Mesmo a vida sendo cheia de imprevistos, você deve pôr em prática a “mãe das realizações”: a PERSISTÊNCIA

"A corrida não é sempre para o mais rápido ... mas para aquele que continua correndo."

Todos querem o perfume das flores, mas poucos sujam as suas mãos para cultivá-las

domingo, 22 de agosto de 2010

Carreira pública é a bola da vez


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

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Estabilidade profissional e financeira, bons salários e uma seleção justa. É por esses motivos que o interesse por prestar concurso público vem crescendo entre 10% e 15% ao ano, desde 2005.
Atualmente, cerca de 10 milhões de pessoas participam anualmente desse tipo de seleção no País, estima Ricardo Ferreira, especialista em concurso público e autor do livro Manual dos concurseiros.
Segundo ele, a carreira pública (seja ela federal, estadual ou municipal) também atrai o interesse das pessoas pelo ritmo de trabalho. "Conheço profissionais que estavam empregados em multinacionais e ganhavam bem, mas estavam cansados de conviver com pressão para bater metas empresariais, e decidiram prestar concurso."
Para o diretor de Recursos Humanos da Central de Concursos - que tem unidade em Santo André -, José Luis Romero Baubeta, além das vantagens citadas acima, a carreira pública é uma forma de inserir jovens sem experiência no mercado de trabalho, ou ainda, uma opção para executivos que desejam se recolocar quando ficam desempregados. "Pessoas que têm idade superior a 40 anos e que ocupam altos cargos geralmente sentem dificuldades em encontrar um posto de trabalho, pois eram remunerados com altos salários. O concurso é um meio de voltar ao mercado ganhando bem, com o mesmo status", avalia Baubeta.
Isso é tão comum, que, de 2008 até este mês, a procura pelo curso preparatório na unidade de Santo André da Central de Concursos cresceu cerca de 30%.
Projeção - A carreira pública não é algo que se consegue de imediato. Precisa ter planejamento e estudar muito. "Por ser concorrido, é necessário que o interessado tenha paciência, determinação e persistência quanto ao tempo de estudo", observa o diretor da Central de Concursos.
Segundo ele, o prazo médio para uma pessoa passar em um concurso público pode variar entre seis meses a um ano e meio, para vagas de nível médio, com salários na faixa de R$ 2.500.
Já para quem vislumbra concorrer a uma das vagas de nível superior, com salários médios de R$ 12.500, o tempo estimado é de um ano e meio há até quatro anos - no casos de funções do setor tributário ou fiscal, por exemplo.
Dicas ajudam candidato no momento de fazer a prova
Dormir bem, adotar alimentação equilibrada e não ‘pegar'' nos livros dias antes de fazer a prova do concurso público são itens que refletem diretamente no desempenho do candidato.
Essas ‘medidas'' previnem o temido ‘branco'' no momento de fazer o teste. "Quando a pessoa fica muito ansiosa, não consegue ativar as informações contidas no cérebro que foram aprendidas no momento do estudo. Essa falta de controle emocional acaba acarretando no esquecimento", explica Ricardo Ferreira, especialista em concurso público.
Segundo ele, 50% do desempenho da prova depende do estado emocional da pessoa. Além disso, cada concurso que o interessado presta e não passa precisa ser ‘visto'' como uma forma de investimento, e não derrota, afinal de contas, a aprovação é algo a ser planejado durante um prazo médio de alguns anos.
No dia da prova é permitido que o candidato leve alguns itens, como chocolate, frutas e água, para serem consumidos durante a prova. O ideal é ficar hidratado e ter energia sem perder tempo ao se alimentar.
Estudo - Quem pretende prestar concurso público pela primeira vez é aconselhável que procure uma escola de preparação. De preferência, que tenha sido indicada por alguma pessoa que já tenha passado pelo processo.
Já aqueles que sempre se inscrevem na seleção podem estudar sozinho. "Quem já tem experiência e material didático pode se dedicar em casa, já que o curso tem custo e toma tempo. Mas para quem começa do ‘zero'', o melhor é buscar um centro de estudo", diz o especialista.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

WILLIAM DOUGLAS



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Assisti Invictus. Gostaria que você e muito mais pessoas tivessem o interesse e a oportunidade de também ver este filme, um belíssimo espetáculo de lição de vida diante das variadas ofertas nas redes de cinema. Vale o esforço.
William DouglasÉ claro que não vou contar o roteiro, muito menos falar dos planos de filmagem. Sou um apaixonado por cinema. Até penso em fazer o curso de cinema da UFF (Universidade Federal Fluminense/RJ) no futuro. Por enquanto, deleito-me com certas produções, merecedoras não só de boa bilheteria, admiração do público, prêmios, mas também de artigos disparados mundo afora, como este aqui.
Não tenho como não falar de Clint Eastwood que, mais uma vez, dá provas de sua extrema habilidade, ao dirigir este 32º longa de sua carreira como diretor. Aliás, Invictus é também o oitavo trabalho de Eastwood com o músico Kyle, seu filho. Baseado no livro de John Carlin, foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Direção (Clint Eastwood), Ator (Morgan Freeman) e Ator Coadjuvante (Matt Damon) em 2010 e ainda recebeu duas indicações ao Oscar: Melhor Ator (Morgan Freeman), Melhor Ator Coadjuvante (Matt Damon). Reúno estas informações porque acho interessante adentrar no contexto formador de uma produção tão fascinante, tanto no formato quando no conteúdo.
Mas sobre o que fala Invictus? De um legado nocivo em um país sofrido, de uma esperança trazida da prisão, de um jogo que se torna desafio de superação, de um homem que renovou a África do Sul. O filme fala de Nelson Mandela e de um poema que o ajudou a reter a sanidade, o bem e o perdão, Invictus, escrito pelo escritor britânico William Ernest em 1875.
Um século depois, Mandela lia o poema, aprisionado em Robben Island, onde ficou por quase 27 anos, cumprindo pena de trabalhos forçados, por ter lutado contra o regime do apartheid (Política de segregação racial da África do Sul). Apenas foi libertado em 1990, tornando-se, surpreendentemente, presidente do país em 1994 até o ano 1999. A história deste grande líder da paz você deve conhecer - ou deveria. Fez diferença mesmo no esporte. Mandela foi estratégico ao usar aquilo que mais mobiliza pessoas de todo o mundo, contribuindo para mudar a história do rugby na África do Sul, corroída por segregação racial por quase 40 anos.
Em 1995, com a aproximação da copa do mundo de rugby em plena África do Sul, ainda profundamente dividida entre negros e brancos, Mandela age com sensibilidade e notável inteligência para conduzir os conflitos. Faz do Springboks, a seleção sul africana de rugby, mais que um time. Stop! Se quiser saber como é a história, veja o filme. Lamento, mas não vou cair na armadilha de contar.
Mas faço questão de dividir a grande mensagem de Invictus e suas magníficas palavras: "Não importa o quão estreito seja o portão e quão repleta de castigos seja a sentença, eu sou o dono do meu destino, eu sou o capitão da minha alma". Quem conhece meus livros, sabe de meus pensamentos acerca da performance de um vencedor diante de portões estreitos, castigos e sentenças. Acredito que a carga emocional contida no poema foi tremendamente forte para fazer com que um homem mantivesse sua integridade em todos os sentidos.
Sim, somos donos de nossas escolhas. Escolhemos vencer ou perder, morrer ou viver. Isto também me faz lembrar de outro filme, "Um sonho de liberdade", em que um prisioneiro, retido injustamente por mais de 20 anos, dá seu próprio veredito: "Aqui, ou você se ocupa de morrer ou se ocupa de viver. Escolhi ocupar meus dias vivendo". Mandela fez o mesmo. E por ter conseguido, espalhou esta possibilidade de vida para seu amado país, contrariou as normas dos rancores, os dissabores do passado. Passou com nota mil no teste de Quociente de Adversidade, aquele que mede o quão capazes somos para enfrentar circunstâncias adversas.
Mandela resistiu na prisão e fora dela. Demonstrou que um ser humano não pode ser deformado por suas lutas e fracassos. Em meu livro "A Maratona da vida - um manual de superação pessoal", escrevo que não é o fraco que sente dor, mas o forte. O fraco recebe o impacto da dor e desiste. O forte prossegue com ela que, por vezes, parece eterna. Mas é o forte quem persiste e vence. Pois bem, os Springboks venceram - e você vai ver o quanto eles sentiram de dor e esforço -, a África do Sul venceu, Mandela venceu.
Não é à toa que este líder tornou-se o político com maior autoridade moral no continente Africano, o que lhe tem permitido desempenhar o papel de apaziguador de tensões e conflitos; ganhou centenas de prêmios, como o Nobel da Paz, recebido em 2002. Quando se fala dele, a gente estremece.
Na verdade, anseio que mais pessoas o conheçam, passem a ver filmes assim como um upgrade pessoal, aquisição de maturidade emocional. Mas sei que, infelizmente, muitos estão ocupando-se com investimentos bem menores, focados em leituras fracas, entretenimentos sem conteúdo. É a retroalimentação do mundo.
Para os interessados em algo mais produtivo e que FAÇA VIVER, eu espero que assim como foi para Mandela, que este poema torne-se nosso constante companheiro durante a desafiadora maratona da vida.
(O poema "Invictus" pode ser lido no site www.williamdouglas.com.br)

DICA IMPORTANTE!!!

Por Dad Squarisi

HÁ ERROS E ERROS
Errar é humano. Deus nos livre da pessoa que só quer acertar. Ela vive na defensiva. Medrosa, treme só de pensar em correr riscos. Não tenta nada. Esquece-se de que os erros de uns servem de lição para outros. Daí o conselho de Samuel Beckett: "Tente de novo. Erre de novo. Erre melhor".

O toque vale para o Marco Aurélio. Ele cursa o pré-vestibular. Perfeccionista, nega-se a apresentar redações ao professor. Só o fará quando puder tirar 10. Se possível, com louvor. Para chegar lá, pede ajuda ao blog. "Existe uma hierarquia de erros?", pergunta.

Existe. Na língua, há quatro níveis de erros. O primeiro pertence ao mundinho da grafia. O segundo, da sintaxe. O terceiro, da lógica. O último, da adequação. Conhecê-los ensina uma verdade. Cursos, estudos, leituras ajudam a subir degraus. Aprimoram. Sem perceber, compreendemos melhor os recados. E damos recados mais claros.

Primeiro nível

Tropeçar na grafia das palavras é marca de quem não tem familiaridade com a língua escrita. É o caso de criança em processo de alfabetização. Ela troca, acrescenta ou omite letras. Esquece os acentos. Não está nem aí pros hifens. Os cadernos infantis estão cheios de pérolas como esta:

Os mininos forão au ospitau.

Na língua falada, não se percebem as falhas. Só na escrita. A consulta ao dicionário ajuda a sair da enrascada. O paizão registra a forma certinha. Quando fixamos a grafia, mandamos os Aurélios da vida pras cucuias. Escrevemos hospital com h sem pensar. E sem necessidade de desvendar a origem do vocábulo. O milagre se deve ao olho. De tanto ver o trissílabo com h, o cérebro grava a carinha dele. Aí, pronto. Ninguém o segura.

Conclusão: Leia. Leia. Leia.

Segundo nível

"Liberdade completa ninguém desfruta", escreveu Graciliano Ramos. "Começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com o Dops." É isso. Na frase, as palavras vivem regime de escravidão. Ficam amarradinhas. Adjetivos, pronomes e artigos prendem-se ao nome. Advérbios, ao verbo. Concordâncias, regências, pontuação têm tudo a ver com o segundo nível. Observe a frase:

Os menino foi aos hospital.

Pelos critérios do 1º nível, a danada está pra lá de certa. Soltinhas, as palavras merecem nota 10. Então, o buraco é mais embaixo. Quem cai nele desconhece concordância. Ignora que o artigo concorda com o substantivo. O verbo, com o sujeito.

Esse tipo de erro compromete mais que o anterior. É visível na língua falada e na escrita. Em provas, tira preciosos pontinhos. Valha-nos, Deus! Não adianta ir ao dicionário. O pai de todos nós dirá que as palavras estão do jeitinho que o professor gosta. A receita é outra. Bem-vinda, sintaxe.

Terceiro nível

A língua é conversadeira. As palavras batem papo sem parar. As frases vão atrás. Os parágrafos também. São todos presos uns aos outros. O primeiro passo conduz ao segundo. O segundo, ao terceiro. O terceiro, ao quarto. E assim caminha o texto. Quem ignora a coesão das partes escreve mostrengos como este:

Os meninos foram ao hospital. O supermercado estava lotado.

Protegei-nos, Senhor! Que relação o primeiro enunciado tem com o segundo? Nenhuma. O autor queimou etapas. É como querer construir o 3º andar de um prédio antes do segundo. Não dá. O edifício desaba. O texto fica sem sentido. A saída? Deixar a preguiça pra lá. O pedreiro ergue o 2º andar. O escritor expõe o omitido:

Os meninos foram ao hospital. No caminho, passaram no supermercado para comprar frutas. Não compraram nada. O supermercado estava lotado.

A desconexão é pra lá de comum em trabalhos em grupo. Boas-vidas, os estudantes dividem tarefas. Um se encarrega da introdução. Outro, do desenvolvimento. O último, da conclusão. Na data fatal, reúnem-se. Grampeiam as partes. E entregam ao professor. O resultado? É o samba do texto doido. As partes ficam incomunicáveis. Uma não entende a outra.

GUERRA FRIA

Pensar em concurso é o mesmo que pensar numa viagem que não se sabe quando termina. Muitos de nós, quando embarcamos nela, ficamos apreensivos ao se deparar com as incertezas que fazem parte do caminho. Dessa forma, diante dos percalços encontrados, a maioria desiste dessa trilha. A incerteza provoca, por mais bem estruturadas que sejam, o abado das estruturas de confiança e persistência. Realizar uma mudança de vida, que envolva quase tudo o que o cerca, parece, para muitos, mais desafiador do que explicar a própria origem e continuação da vida. A velha frase concurseira diz: “concurso é uma fila”. Quando entramos no portão de embarque isso parece, muitas vezes, desafiador, pois queremos, a todo custo, colocar abaixo esse pensamento. No entanto, no meio da viagem, isso parece desanimador, mas, ao final, quando chegamos ao nosso destino, acaba fazendo todo sentido. É nesse momento que nos damos conta de que tudo o que foi sacrificado não foi em vão. Assim, aquela culpa que nos acompanhava, até então, de fazer simples programas, como ir a um  cinema, desaparece por completo. Alguns, ainda, sofrem da ressaca pós-concurso, que se assemelha ao estresse pós-traumático, no qual ainda agimos como se os desafios acompanhados da tensão, que nos dominava até então, estivessem presentes. Caso semelhante foi o dos soldados americanos que combateram no Vietnã (1959 – 1975). Nessa época, muitos combatentes, ao voltarem do conflito, mantiveram as mesmas “manias” de defesa e desconfiança praticadas no campo de batalha, necessitando de uma efetiva acessoria psicológica.

Seria um exagero traçar um mínimo paralelo com a nossa realidade concurseira atual. Conquanto, fica claro que, ao fazermos o citado embarque, torna-se necessário vigiar o maior inimigo: a mente. Quantos Indivíduos já o impressionaram ao “furar” a fila? Caso tenha se visto nessa situação, já sabe, exatamente, do que estamos falando. A resposta para essa pergunta é simplesmente esta: o controle das emoções. Aquele que o consegue torna-se mais confiante e preparado para enfrentar os esburacados caminhos dessa longa estrada. Mudar radicalmente o estilo de vida poderá trazer conseqüências drásticas para a sua saúde mental. Dessa forma, tente apenas modificar os hábitos que comprometam a qualidade do rendimento de suas horas e estudos contabilizadas. Desse modo, de forma mediata, perceberá o salto de rendimento que dará.
Essa foi só mais uma tentativa de tapar alguns buracos da sua estrada, ou melhor, da nossa, pois estamos junto nessa.
Um grande abraço a todos

terça-feira, 17 de agosto de 2010

HABEAS CORPUS

Mais um material do programa "Saber Direito" falando de uma tema recorrente nas disciplinas de Penal, Processo Penal e Constitucional.


PARTE1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
PARTE 6
PARTE 7
PARTE 8
PARTE 9
PARTE 10

PARTE 11
PARTE 12
PARTE 13
PARTE 14
PARTE 15
PARTE 16
PARTE 17
PARTE 18
PARTE 19
PARTE 20

PARTE 21
PARTE 22
PARTE 23
PARTE 24
PARTE 25
PARTE 26
PARTE 27
PARTE 28
PARTE 29

PROGRAMA SABER DIREITO


       Esta edição do programa Saber Direito, da TV Justiça, fala sobre carreiras jurídicas. O convidado é o professor William Douglas, juiz federal, professor e escritor. Ele é conhecido como o Papa dos concursos públicos. William Douglas tem 32 livros publicados e é especialista em políticas públicas. As aulas tratam de técnicas de raciocínio jurídico e oratória jurídica. O professor William Douglas também fala da importância de ler e escrever bem, além de explicar os tipos de discurso e redação.

 PARTE 1
 PARTE 2
 PARTE 3
 PARTE 4
 PARTE 5

WILLIAM DOUGLAS

O USO DO CONSCIENTE E SUA UTILIDADE PARA O ESTUDO
O cérebro possui capacidade quase infinita. Seria impossível utilizar todo esse potencial simultaneamente. Por isso, temos um consciente e um inconsciente. O consciente trabalha com aquilo em que estamos prestando atenção, sentindo e percebendo tanto fora quanto dentro de nós. O inconsciente é a função que cuidará de todo o resto, daquilo que não estamos prestando atenção no momento.

Ex.: Se eu disser que você tem uma aliança ou anel, você irá lembrar-se se tem ou não. Mas até eu acessar ("ligar") seu consciente para isso, você não se estava "lembrando". Outro exemplo é o nosso pé, ouvido ou barriga: não pensamos neles constantemente, só quando sentimos dor nesses locais. A dor "liga" o consciente para que a sua causa seja resolvida.

O consciente é o piloto de um avião e o inconsciente, o piloto automático. A programação mental e as atitudes determinam como a pessoa vai funcionar "no automático". Quando me refiro a "mandar", a "falar" com o cérebro, estou simplesmente programando o inconsciente para funcionar com o "piloto automático". O consciente é a memória RAM (aquela em que o computador opera) e o inconsciente, a memória do HD/Winchester (aquela onde se armazena toda a informação disponível para ser acessada quando necessário).

A própria capacidade de captação e processamento é distinta, como veremos adiante. O consciente possui um processador analítico, linear, que tem um limite de informações com as quais pode lidar de uma só vez. O inconsciente não tem limites de processamento e trabalha com raciocínio mais aleatório.

Para se ter ideia comparativa entre a capacidade do consciente e do inconsciente, vamos mencionar aquilo que foi dito pelo Prof. Miguel Martinez, do Depto. de Ciência e Tecnologia do Comportamento, da Universidade Simon Bolivar, da Venezuela (apud Machado, 1997, p. 55):

"Sabemos, por exemplo, que, enquanto o sistema nervoso racional consciente (hemisfério esquerdo) processa apenas uns 40 bits (unidades de informação) por segundo, a plena capacidade de todo o sistema nervoso inconsciente (assentado, em sua maior parte, no hemisfério direito, no cerebelo e no sistema límbico) alcança de um a dez milhões de bits por segundo (Hainer, 1968)"

O conhecimento do funcionamento cerebral e o uso da sua atividade consciente auxilia grandemente o controle de reações emocionais e inconscientes, como veremos nos exemplos abaixo:

Respiração x Tensão. A respiração é controlada automaticamente pelo cérebro reptiliano. Em virtude das emoções (que se processam no sistema límbico), a respiração pode disparar ou ficar presa como reação natural à tensão. Com o uso do consciente é possível controlar a própria respiração diante da tensão e, com isso, restabelecer a calma.

Sensação de algo errado. Muitas vezes a pessoa capta informação importante mas o consciente não identifica seu real valor. O inconsciente passa a emitir mensagens de que "algo está errado". Lembra-se do robô da família Robinson na série "Perdidos no Espaço"? Pois é, "Perigo, perigo! Meus sensores estão captando perigo!!" Quando seus sensores inconscientes captarem algo "estranho", "cheirando" ou "soando" mal, não ignore a mensagem de seu sistema de autoproteção. "Se ligue", atente para as circunstâncias. Se você estiver emocionalmente envolvido em uma situação, tente se subtrair dela e olhá-la como se fosse um terceiro. Isto pode evitar um erro, uma gafe, um assalto ou outras coisas ruins.

Correção linguística. Às vezes nosso inconsciente avisa que algo está esquisito numa palavra ou resposta, como disse acima. Além disso, você pode usar o inconsciente para ver a grafia correta. Escreva a palavra rapidamente, sem pensar nela, que a tendência será ocorrer a grafia correta.

Depressão. A tristeza e a depressão levam automaticamente o organismo a curvar a cabeça e pôr os olhos para baixo. Se a pessoa conscientemente alterar sua postura física, olhar para frente e levantar os olhos, dará o primeiro passo para ativar outras áreas e emoções e passar do estado de prostração para o de reação.

Levante a cabeça, tome consciência daquilo que você quer e vá em frente.

Go ahead!

NOVIDADE!!!! ESTATUTO DO CONCURSANDO

FONTE: CORREIO WEB
A Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac) deve concluir nesta semana a proposta de criação do Estatuto do Concursando, que será entregue aos atuais candidatos à Presidência da República. Para os que tentam seleções públicas, a idéia é nobre, no entanto, mesmo que o projeto seja aprovado, poderá não ser sancionado por conta de vício de inconstitucionalidade. “Propor leis sobre o provimento de cargos públicos é competência privativa do chefe do Executivo. O presidente vai ser obrigado a rejeitar a aprovação”, adverte a diretora executiva da Anpac, Maria Thereza Sombra.

De acordo com Sombra, o atual vácuo legal tem prejudicado os candidatos. “A Anpac recebe cerca de cem e-mails por dia com denúncias e pedidos de orientação jurídica”. E os problemas têm aumentado. Segundo a diretora, com a multiplicação do número de instituições organizadoras que tentam aproveitar o boom dos concursos, já existem cem empresas especializadas no ramo no Brasil.  

As principais garantias previstas no estatuto são a instituição de um prazo mínimo de 120 dias entre o período de inscrição e a prova; a exigência de instituição organizadora de experiência e capital registrado de no mínimo o volume de dinheiro que vai movimentar com as inscrições; punições à organizadora em casos de fraude; impedimento de participação em bancas avaliadoras de cônjuges e parentes de até segundo grau do candidato; direito a receber reembolso das despesas com alimentação e estadia e transporte em caso de cancelamento de provas.

As queixas mais comuns dos candidatos são a falta de resposta para os recursos, a abertura de concursos só para a formação de cadastro de reserva, a não convocação dos aprovados mesmo dentro das vagas previstas no edital e o plágio de questões de provas. A instituição também defende a criminalização das fraudes para propiciar a punição, o que hoje não tem ocorrido.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

COMO FICAR ANTENADO NAS NOTÍCIAS?

Olá gente,

Venho trazer mais uma dica: é muito importante ficar antenado nas novidades de concursos, assim como a divulgação de novos editais (que são vários por semana!!!!). Esse link o levará a um dos sites mais conceituados do ramos e o principal é que é gratuito.

abraços

CLIQUE AQUI

domingo, 15 de agosto de 2010

15.000 QUESTÕES DE CONCURSO

Como já afirmamos anteriormente a importância da resolução de questões para a aprovação, Abaixo segue o link com mais de 15.000 questões de concursos. São várias matérias.














CLIQUE AQUI PARA BAIXAR AS QUESTÕES

ISSO ACONTECEU COM VOCÊ?

A SAGA DO CONCURSEIRO

Quase todas as histórias começam da seguinte forma: “ai meu Deus, que trabalho chato!!!”, “minha grana não dá para nada”, “vou continuar a minha vida na mesmice?”, “no domingo, a pessoa já fica angustiada ao começar a trabalhar”; “terminei a faculdade, mestrado, doutorado, mas ninguém me chama para trabalhar ou o salário é uma miséria”... enfim, variados são os motivos que levam as pessoas a se aventurar no sub-mundo dos concursos públicos.
A primeira atitude é se matricular num cursinho, muitas vezes pressionado (ou aquela suposta “força”) pelos amigos. O preço é salgado, mas, ai, tem aquele “empreendedor” que fala (GERALMENTE A RECEPCIONISTA BEM BONITINHA DO CURSINHO): - veja bem, esse valor que você vai investir será recuperado no seu primeiro salário e logo viu, pois a prova já vai ser próximo mês. O futuro candidato pensa: - até que ela tem razão....putz... daqui há poucos meses eu já vou estar ganhando mais do que aquele meu chefe chato!!!!! Vai ser bom demais!!!! E o principal disso tudo é que só vou precisar estudar um único mês..obaaaaaaa. Nesse momento, a pessoa não faz apenas uma matrícula com seus 12 cheques voadores, mas, sim, uma verdadeira “fezinha”.
Depois disso a pessoa vai par casa muito animada, passando, antes de chegar a casa, numa livraria dessas que tem de tudo, menos livros; nesse lugar ela compra seu material escolar (no caso dos homens, geralmente mais “seguros”, uma caderninho qualquer... não tendo a foto daqueles ursinhos ridículos.... e a caneta mais barata que tiver; no caso das mulheres, é bem mais complicado, pois elas investem num verdadeiro “arsenal” de material escolar, sendo suficiente para abastecer a rede de ensino infantil de sua cidade). Ao chegar a casa, seus pais e aquele tio chato perguntam logo o que houve com você, que fica logo com raiva, mas, como está bem empolgado, deixa por menos. Ao se deitar, à noite, começa a passar logo aquele filme que você sempre quis assistir, mas, nesse momento decisivo, um súbito momento de responsabilidade o impede, pelo nobre motivo de acordar cedo para o início da batalha no dia seguinte.
Na manhã seguinte, o nosso juvenil batalhador, meio cansado, pois passara toda a madrugada acordando de ansiedade por causa da expectativa do dia seguinte, mal toma o seu café da manhã e já segue no rumo do curso. Chegando lá, ele se depara com uma sala que parece mais parece um mar de cadeiras brancas, chegando até a afetar a sua visão por alguns instantes. Uma decisão muito importante nesse momento é a escolha do lugar ideal (no caso dos homens é fazer a difícil, ou melhor, impossível previsão do local que uma mulher escolheria para sentar, pois ele pensa assim: posso unir o útil ao agradável!!!; já no caso das meninas, é bem diferente: no caso das cdf’s, o lugar ideal é bem em frente, ou seja, na zona bem fértil as sala, por causa da eficiente irrigação proporcionada pelos jatos constantes de cuspe do professor, já no caso daquelas não tão empolgadas, a maior preocupação é o terrível frio da sala, que é combatido com a eficiente ajuda daquela jaqueta encostada no armário que ela comprou quando foi á Disney, nos seus quinze anos e só usa de vez em quando vai á serra no fim de semana. Esse momento que antecede á aula é bem tenso; pessoas ficam olhando fixamente para a frente como se tivesse uma alma a sua frente, outras ficam mexendo no celular (na maioria dos casos), mas o pior tipo de pessoa e foi essa que, justamente, abordou logo o nosso amigo recém-concurseiro, é aquela que fica puxando assunto, dizendo, logo no primeiro dia de aula, que estuda mais de 10 horas por dia e que já está estudando há mais de 5 anos para m concurso. Nesse momento, o nosso personagem fica comparando a versão agradável da recepcionista com a qual ele fez a sua “fezinha” com aquela fornecida pelo colega terrorista, que, pela necessidade quase fisiológica de conversar, se estende até o momento da chegada do professor.
Iniciada a aula, o professor passa cerca de 50 minutos escrevendo no quadro uma série de livros para você adquirir, mas, como um bom estrategista e se avaliando como alguém muito sábio e pragmático, pensa: olha.....não sou nem um otário para comprar esse tanto de material; vou comprar aquelas apostilas que vendem em banca de revista..... elas já tem tudo mesmo... Quando, finalmente, chega o tão esperado momento do início da aula, você fica com os olhos arregalados, parecendo um daqueles personagens de desenho animado. Apesar do emocionante e contagiante entusiasmo do nosso amigo, ele, ao ouvir o conteúdo da aula, pensa estar num daqueles países do oriente médio, pois não consegue entender absolutamente nada do que o professor fala (alínea............. que desenho é aquele na lousa???? O professor chamou isso de parágrafo “§”). Mas o principal de tudo é aquele monstro que estava perto, mais parecendo um tijolo, um livro de bruxaria, ou melhor, uma bíblia medieval, algum dicionário latim-grego-português????.... nada disso meus amigos, tratava-se, simplesmente, daquele que viria a ser o principal companheiro dele: o quase inseparável Vade Mecum. O assustado personagem se impressiona com a rapidez que o seu colega de sala ao lado manuseia tal “instrumento”, assemelhando-se à habilidade de um cowboy com o seu revólver. É nesse momento que ele tem o seguinte pensamento: vou comprar esse “troço” amanhã mesmo (observem que ele nem sabe pronunciar o nome do livro, mas, mesmo assim, quer ter um, mesmo que não sirva para estudar, mas, pelo menos, vai poder causar uma boa impressão em casa e com os amigos).
Já na aula seguinte, nosso parceiro, já de posse do seu “tijolão”, com a imponência de um juiz federal, chega ao curso. Não tinha estudado no dia anterior, pois passara o dia quase todo tentando entender o que estava escrito naquele universo de páginas que, no momento, a maior utilidade era causar uma boa impressão daqueles que o viam portando o seu novo armamento. Iniciada a aula, ele já se sente mais inserido no grupo, mas ainda não arrisca nenhuma pergunta ou comentário em sala ao observar a quietude de seus colegas diante da exposição. Assim, começa a pensar: “caramba, se todo mundo está calado, é porque todos devem estar entendendo tudo viu....caramba......estou arruinado”. E é com esse “construtivo” pensamento que o personagem encara os seus 6 primeiros meses de maratona concurseira.
Outro importante momento da vida de quem entra na maratona estafante é aquele em que se conflitam os interesses dos estudos com aqueles que eram da sua “vida anterior”. Nosso amigo, depois de uma semana produtiva, encontra, na saída do cursinho, aquele cara que era seu parceiro das baladas, que, ao ver o herói, o convida para uma festinha. Propagandas não faltam: fulana, cicrana vão estar lá; usa ainda o velho argumento: “olha, ela perguntou por você viu....disse que tava sumido...ela está com saudades”. Nosso concurseiro fica balançado, deixando até o sei vade mecum cair. Mas, depois de muita insistência do baladeiro, cede às tentações. Chega o esperado dia, nosso personagem não lembra mais das velhas táticas baladeiras nas quais, até bem pouco tempo atrás, era craque. Na festa, ele se assusta; aquele não seria, há muito tempo, seu habitat, mas, mesmo assim, ele não desanima. Chega ao bar, pede uma bebida. Uma garota o olhava discretamente. Esse fato, tempos atrás, seria já o suficiente para ser dado o bote fatal, mas esperem..... sua cabeça entra em pânico. Aconteceria o mais temido por ele: os assuntos baladeiros não mais davam a graça na sua mente, surgindo, então, um momento de desespero que, logo, é solucionado. Ao realizar a abordagem, diz: “tudo bem?”, a menina, de forma bem simpática, responde: “tudo bem, e você?”. Nessa ocasião, surge mais um constrangimento. O galã, seis meses destreinado, fica mais uma vez sem saber o que dizer, mas, mesmo assim, pergunta: “você já leu a súmula 343 do STF?”. A garota, assustada, olha para o galã, com cara tacho, e fica sem saber o que responder, saindo de fininho logo em seguida. É assim meus caros amigos, nessa noite, nosso herói não teve muito sucesso. Ao chegar a casa, cabisbaixo, ele lembra que terá aula no dia seguinte e, mesmo um pouco embriagado, começa a estudar, embora essa sua nobre decisão se concretize por apenas 20 minutos.
São 6 da manhã. O despertador toca de forma desesperada. Na cabeça do boêmio de uma noite só parece que tem o peso de 10 vade mecum iguais ao seu. Mesmo assim, ele se dirige ao curso. Chegando lá, observa logo um cartaz que informa a divulgação de um edital. Ele se empolga logo e, no mesmo dia, realiza logo a sua inscrição. São dois meses de profunda dedicação. Desliga o seu celular, falta algumas aulas para estudar em casa, gasta o que tem e o que não tem com os chamados “aulões” de véspera (aqueles que prometem ensinar todo o edital para você em apenas uma tarde).
Chega o dia da prova. 14 horas ela começa. Ele tenta ler todas as leis antes de sair de casa. Não consegue ler nada. Acessa a internet para ver a concorrência. 300 pessoas para uma vaga. Ele pensa: “minha nossa!!! É muita gente. Mas ele pensa naquela frase que os professores dos “aulões“ de véspera adoram dizer: “você só precisa de apenas uma vaga”, “só depende de você”. Chegando ao local de aplicação, vê logo aquela imensidão de pessoas fora de prédio, mas apesar dessa confusão, aparece logo aquela pessoa que ele menos queria encontrar: aquele colega terrorista do cursinho, que começa a realizar inúmeros comentários motivadores; diz: “ e ai????? Estudou muito?”, “sabia que a maioria dos nossos colegas disseram que estudaram mais de 12 horas por dia?”, “sabia que eu vi na internet que, para passar nessa prova, a pessoa tem que fazer, no mínimo, 95% da prova?”. Depois dessa significativa injeção de ânimo, sob o som do senhor que vendia canetas, chocolate, água e a insubstituível caneta preta, ele, educadamente, se despede do terrorista e chega à sala. Nesse local, recebe um saquinho plástico para guardar os seus pertences. Muitas pessoas já se encontravam sentadas num clima que mais parecia um campo de concentração judeu. Uma garota portava simplesmente duas garrafas de água e duas caixas e chocolate. Outro tinha sobre a sua mesa 8 canetas bic. Iniciada a prova, começa uma sessão de sinais da cruz. Teve uma rapaz que mais parecia um motor de se benzer. A fiscal de prova diz a frase mais inútil para quem está se submetendo a uma prova: “olá pessoal, me nome é fulana, se precisarem de qualquer coisa, podem me chamar”. Ahhhh...quase esqueci, ela diz uma inda mais inútil, que é a seguinte: “pessoal, fiquem calmos e boa prova”. Ao abrir seu caderno, que mais parecia estar escrito em chinês, ele lembra da velha dica: começar pelas questões mais fáceis. Mas o concurseiro começa a pensar o seguinte: se a pessoa que inventou isso tivesse aqui no meu lugar, jamais falaria isso!”. E, mesmo sem saber quase nenhuma questão, marca algumas. Como a prova era do CESPE, ele lembra de outra dica do “aulão” de véspera: nunca chute uma questão; marque apenas a que você tem certeza. Mas, mesmo assim, ele tem o mesmo pensamento de inutilidade da dica, pois não tinha nenhuma certeza do que estava marcando. Ao marcar as questões no gabarito, somente as que ele sabia, a imagem do seu cartão de resposta mais parecia uma cartela de bingo dos mais azarados dos homens (quase sem marcar nada).
Antes de terminar de conferir o gabarito, já tinha absoluta certeza de que essa não seria a sua vez. No cursinho, a pergunta mais recorrente era a seguinte: “a ai...fez quantas?”. Ao dizer o seu resultado, as pessoas diziam a frase mais repugnante, mas que, posteriormente, iria fazer todo o sentido: “não se preocupe meu amigo, concurso é uma fila”.

Se, ao ler esse texto, você não se identificar com nada, provavelmente, nunca tenha prestado um concurso público. Se, no entanto, se conseguiu visualizar em determinada situação descrita, é porque você faz parte da família de mais de 5 milhões de pessoas que lutam pelo acesso a uma vaga no serviço público. Pessoas que são discriminadas, confundidas com desocupados, com pessoas que não gostam de trabalhar. Pelo contrário, essas pessoas merecem o total respeito e admiração, pois renegam os prazeres momentâneos da vida, numa intensa maratona de estudos, para promover a melhoria dos serviços prestados pelo Estado, que, por muitos anos, deixou de dar a atenção merecida, acarretando o sucateamento da máquina pública. Se você se encontrar no mesmo estágio em que esse texto termina, não desanime, pois, nos últimos 8 anos, houve quase um milhão de nomeações. Essa não é uma luta fácil, mas, se houver persistência, logo o sucesso virá. Lembre-se: “o sacrifício é passageiro, mas a derrota é para sempre”.

COMO ESTUDAR EM CASA?

Muitas pessoas, ao estudar para concurso, têm dificuldades para frequentar um cursinho preparatório, pelos mais variados motivos. Com o advento da internet, muitas possibilidades de estudo foram abertas. Mostraremos aqui um projeto que começou pequeno, mas, devido à qualidade, conta com milhares de colaboradoes em todo o País. Diariamente são postadas aulas das mais diversas matérias, as quais você poderá escolher a que mais se enquadre no perfil de concurso que irá prestar. Além disso, você poderá ler, de forma gratuita, vários artigos.

BONS ESTUDOS!!!

http://www.euvoupassar.com.br/visao/principal/

COMO MELHORAR A LEITURA, FALA E ESCRITA?

Olá pessoal!!!

Muitos candidatos têm a dificuldade de, ao ler uma questão de prova, não saber do que se trara ou, ao se deparar com uma prova de redação, não saber como iniciar o texto, ou até mesmo não encontrar palavras adequadas para se expressar adequadamente numa conversa. VOCÊ É UM DESSES???
Estou aqui para dar uma preciosa dica para você melhorar sua leitura nas provas de concurso, sendo forte auxílio também nas provas discussivas a quais você poderá se submeter. Além disso poderá ampliar a sua capacidade de comunicação interpessoal. certamente, não será um processo mágico, mas, logo logo, percebrá os primeiros resultados, seja por uma auto-avaliação ou, até mesmo, por comentários de amigos mais próximos. Nossa dica é a leitura das obras do mestre Machado de Assis, recomendado em muitos livros de expressão pessoal. No link abaixo contém todos os romances do autor em formato de PDF. Nessa caminhada "concurseira", você não deve ficar atrelado apenas em leituras específicar da sua área, pois, certamente, causará um cansaço mental. LEMBRE-SE: ALÉM DA QUANTIDADE DE HORAS/DIA DE ESTUDO, A QUALIDADE DELAS É OUTRA QUESTÃO FUNDAMENTAL!!!

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR


Até mais pessoal e boa leitura!!!

COMO BAIXAR PROVAS?

Resolver exercícios é o melhor combustível para levar você à aprovação. Abaixo coloco algunas formas de fazer isso, seja por meio de programas especializados (pagos) ou baixando provas simplismente (grátis). Dica: caso opte pela segunda forma, seria bom imprimí-las e encaderná-las em seguida, fazendo uma espécie de apostila (ficaria bem organizado).



Aqui abaixo estão alguns links para você pesquisar:


http://www.superprovas.com/

http://www.pciconcursos.com.br/provas/

http://www.questoesdeconcursos.com.br/home/public

http://www.cespe.unb.br/concursos/


Até mais pessoal,
bons estudos!!!!

JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES





Olá pessoal,

Venho falar de um tema muito importante nas provas de concurso: JURISPRUDÊNCIA. Com a concorrência mais acentuada, as organizadoras têm dificultado o nível das provas. Estudar Direito não se resume, mais, ao simples texto das leis e às doutrinas. Faz-se necessário, agora, o acompanhamento das decisões dos tribunais superiores. Uma sugestão que damos a você é, já de posse dos informativos, reuní-los por assunto e, em seguida, fazer um resumo simplificado da informação. Verá que, quando sair o edital da sua prova, não "perderá" mais tempo com a leitura dos informativos, aproveitando melhor o tempo. Não se esqueça de que é IMPORTANTÌSSIMO não deixar acumular essa leitura, pois, assim como um medicamento, só se faz eficaz quando for feito o contato diariamente, não apenas de uma vez só.
No final de setembro, farei uma nova atualização das jurisprudências, até mesmo porque você estará ocupado com a leitura dessas aí.
Outra dica, pessoal, é que, ao lerem os informativos do STF, observem que, no final, há a parte "transcrições", que realmente é muito interessante, pois os ministros explicam um tema a cada semana, dando uma maravilha de aula. Isso, inclusive, já foi até objeto de questionamento em provas discussivas.
Logo abaixo, trago esse link para você os baixar

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR STF E STJ 2010

ESCOLHA DA GRAMÁTICA IDEAL

A disciplina de português tem sido de fundamental importância para a aprovação em concursos públicos. Muitos candidatos, porém, não a valorizam da maneira que ela merece. Dependendo da banca organizadora do seu concurso, a maneira de estudar para a prova poderá variar. Apesar disso, uma dica vale para todas: RESOLVER MUITO EXERCÍCIO!!!


um site muito bom de exercícios é o www.pciconcursos.com.br

dica de livro: Napoleão Mendes de Almeida (essa obra é indicada para quem quer realmente aprender português, pois aborda, de forma sistemática, desde os conceitos mais elementares até os mais complexos). Coloco, logo em seguida, o link de um site que vende esse livro (OLHA, O PREÇO PODE ATÉ PARECER CARO, MAS VOCÊ VAI COMPRAR APENAS ELA DURANTE A SUA MARATONA DE PORTUGUÊS...PODEM TER CERTEZA, VALERÁ MUITO). Outra opção seria você procurar naquelas lojas de livros usados; seria uma opção bem econômica, mas você deverá ficar atento em relação às mudanças decorrentes da reforma ortográfica. Por hora, é só pessoal. Até mais!!!! e BONS ESTUDOS.





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sábado, 14 de agosto de 2010

NASCIMENTO

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Nesse momento nasce um importante canal de acesso ao mundo dos concurseiros. Nossa missão é levar até você informações simples, práticas e, principalmente, de qualidade, que possam ajudá-lo de forma eficaz.